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Desde a posse da diretoria atual da ASAE temos procurado manter uma postura de diálogo permanente com a direção da Emater-RS/Ascar, sem abrir mão do nosso papel de defender os interesses dos servidores e de lutar pelo fortalecimento da instituição. Temos procurado fazer isso com muita seriedade e responsabilidade. Infelizmente, fomos surpreendidos nesta semana com uma correspondência, assinada pela presidente da Emater e pelo Diretor Administrativo, solicitando o retorno dos empregados cedidos (presidente da ASAE Gervásio Paulus e Secretário Geral Eduardo Juliano Fernandes) "impreterivelmente a partir de 01/06/2010, devendo apresentar-se na Gerência de Recursos Humanos para formalidades de lotação, sob pena de suspensão do pagamento dos seus salários”. A carta ainda afirma que “dispomo-nos contudo, para situações excepcionais, avaliar a possibilidade de ceder os empregados, desde que o órgão ou entidade cessionário assegure, formalmente, o ressarcimento integral dos valores do salário e encargos dos cedidos, a partir de 01/06/2010”. Isso não resolve a questão, considerando que os recursos arrecadados pela Asae são modestos, oriundos exclusivamente da contribuição de seus associados.
Mais do que registrar nossa total discordância e inconformidade com esta medida adotada por essa direção, entendemos que medidas como esta em nada contribuem no processo de fortalecimento da Extensão Rural, Classificação e Certificação, pois atingem não apenas os funcionários citados, mas a entidade que eles representam e, por extensão, o conjunto dos colegas que trabalham na Casa. Não gostaríamos de pensar que tal atitude da direção é decorrente da postura que a ASAE tem tomado, inclusive no CTA, em relação aos assuntos de interesse geral da Casa e dos seus trabalhadores.
Antes de qualquer outra atitude, a ASAE respondeu formalmente a direção e em seguida, mantendo a postura de buscar sempre o diálogo, solicitou uma audiência com a presidente da Emater, que agendou a mesma para o dia 7 de junho, depois, portanto, do prazo definido para o retorno dos diretores.
Trataremos esse assunto nas instâncias pertinentes (diretoria, Conselho de Representantes e, se necessário for, em Assembléia Geral dos empregados da Ascar-Emater/RS, que é a instância máxima de decisão da nossa Associação).
Reafirmamos que a ASAE não irá fraquejar nem se deixará intimidar no dever e na defesa coerente de seus objetivos, em favor dos trabalhadores da empresa e do fortalecimento da Casa. Afinal, é para isso que fomos democraticamente eleitos.
A Diretoria da ASAE
Clique aqui e leia a carta da Diretoria da Emater-RS/Ascar e a resposta da ASAE
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